Segundo informações do G1, eles estavam casados há dois anos e não tinham filhos. "Não tem motivo, ele não demonstrou hora nenhuma, eles estavam bem", disse Carine Dias, cunhada da vítima, em entrevista à TV Bahia, ao relatar que ela, assim como outras pessoas próximas, ficaram surpresas com o crime porque não tinham conhecimento de problemas entre o casal.
Celeste, assim como o suspeito, identificado como João Marcelo Araújo Hermano, trabalhava no setor de inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SSP). João, mais conhecido como cabo Hermano, se apresentou na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado por uma advogada, no mesmo dia em que cometeu o crime. A unidade policial está responsável por investigar as circunstâncias e motivação do delito.
O corpo de Celeste Martins Oliveira do Nascimento, de 39 anos, foi sepultado neste sábado (4), no Cemitério Bosque da Paz.

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