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24/12/2021

Na ditadura, militares defenderam vacinação para controlar epidemia, diferente de Bolsonaro

O PNI nasceu impulsionado pela epidemia de meningite, que o governo se esforçou para esconder

Ministro Paulo Almeida Machado inicia vacinação contra meningite em Niterói, em janeiro de 1975 (Foto: Agência Nacional/Arquivo Nacional)

Até os militares da ditadura vacinavam crianças. Eles criaram o PNI (Programa Nacional de Imunizações) em 1973, e o instituíram como lei em 1975. O programa é a política pública mais importante para controle e erradicação de doenças infecciosas no Brasil nas últimas quatro décadas.

O PNI nasceu impulsionado pela epidemia de meningite, que o governo se esforçou para esconder. Contudo, eles apostaram na imunização e expandiram o programa para outras doenças. 

Hoje, o PNI é modelo mundial e distribui 300 milhões de doses de imunizantes todos os anos, sem contar os da Covid-19. 

"Com a epidemia de meningite, vimos que o Brasil tinha um sistema de vigilância muito fraco, e notou-se que era preciso ter um sistema mais organizado e de uma estratégia para vacinar toda a população. Ali se elaborou a criação da lei do PNI, em 1975, que previa a organização do sistema de com a definição de que as vacinas quem seria a responsabilidade de cada ente", lembra José Cássio de Moraes, ex-professor de ciências médicas da Santa Casa de São Paulo e que participou da criação do projeto de lei do PNI. (Com informações do UOL). 

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