Cinquenta e sete professores do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) tiveram os seus contratos rescindidos pelas secretarias da Educação (SEC) e da Administração do Estado da Bahia (Saeb). De acordo com o corregedor do Estado, Adriano Chagas, a rescisão – publicada no Diário Oficial do Estado – ocorreu devido ao não comparecimento dos docentes à convocação do governo para cadastramento e treinamento no plano e reposição de aulas do 3ª ano. “O Reda é para atender o estado emergencial. Se eles não estão atendendo, não tem por que estarem contratados”, afirmou Chagas. Ainda foram afastados três professores, acusados de impedirem aulas, retirarem estudantes das salas e praticarem vandalismo. As acusações contra Manoel Pereira Lima Júnior, João Paulo Fraga Diniz Guerra e Emerson Ferreira de Oliveira são relacionadas a um protesto feito por alunos e professores em frente ao Colégio Thales de Azevedo, no Costa Azul, uma das escolas-polo para aulas do 3º ano. “Se eles consideram que fazer greve e manifestação é impedir, eles estão com o conceito equivocado sobre impedimento”, disse João Guerra, que admitiu ter se recusado a entrar em sala, mas negou que tenha coagido ou impedido estudantes. Informações do Correio.
29 de junho de 2012
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Governo rompe contrato de 57 professores
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