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23/11/2019

PF: empresas que prestaram serviços em urnas eletrônicas são investigadas

As companhias são suspeitas de fraude, ocultação de patrimônio e desvio de bens


A Polícia Federal está investigando empresas que atuaram com a transmissão de dados e manutenção de urnas eletrônicas em prestação de serviço ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2004 a 2018.
As companhias são suspeitas de fraude, ocultação de patrimônio e desvio de bens por, supostamente, esconderem ativos do grupo Probank – que prestou serviços em ao menos quatro eleições – para evitar o pagamento de dívidas e substituir o grupo em contratos com tribunais eleitorais.

Segundo a PF, há indícios de que equipamentos, funcionários e conhecimento tecnológico tenham sido repassados entre várias empresas, fundadas a partir de 2010 por diretores do grupo e novos sócios.

Uma das empresas investigadas é a Transat, suspeita de receber equipamentos desviados da Probank. Outra é a Engetec: cerca de um ano antes do pedido de recuperação judicial da Probank, em 2010, a empresa foi constituída no mesmo endereço. Houve repasse de dinheiro da Probank para a Engetec entre 2009 e 2010 através de contratos de consultoria, mesmo após o pedido de recuperação judicial.

A Probank teve a falência decretada em 2010, e deixou um rombo de mais de R$ 500 milhões para trabalhadores, credores e à Receita Federal. As manobras, com a intenção de evitar bloqueio judicial de bens, já foram parcialmente reconhecidas em decisões judiciais.

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