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18/01/2018

Secretaria de Saúde mantém vacinação de rotina contra febre amarela em Inhambupe

O município de Inhambupe não está na lista dos municípios baianos que receberam o alerta da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) para a vacinação de toda a população contra a febre amarela. Ainda assim, as doses estão disponíveis em todos os Postos de Saúde para vacinação, conforme orientações do Ministério da Saúde.

Apesar do período de atenção, a coordenadora municipal da VIEP, Rita Cássia, tranquiliza a população e afirma que não é necessária correria para as unidades de saúde; a vacinação é de rotina e ministrada o ano inteiro no município. “Em Inhambupe, a vacinação acontece na rotina das Unidades Básicas de Saúde, não existindo campanha até a presente data, ou seja, são disponibilizadas as doses mediante a logística e distribuição do Estado”, explica.

A Secretaria de Saúde de Inhambupe vem se empenhando para atualizar a caderneta de toda a população que se encontram na faixa etária estabelecida pelo Ministério da Saúde, respeitando a oferta dos imunobiológicos e a orientação da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia.

A campanha de vacinação contra a febre amarela contemplará os seguintes municípios baianos: Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Candeal, Itaparica, Mata de São João, São Francisco do Conde e Vera Cruz, no período de 19 de fevereiro a 29 de março de 2018


Vacinação: A imunização contra a febre amarela ocorre com a administração de dose única da vacina, em crianças partir de 9 meses, a menores de 5 anos de idade. Já os adultos até 59 anos sem comprovante de vacinação. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a vacina para pessoas com doenças como lúpus, câncer e HIV, devido à baixa imunidade, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo. Para idosos a partir de 60 anos, o médico deverá avaliar o benefício e os riscos da vacina.

Sintomas da febre amarela  Os principais sintomas da doença são: febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarreia. Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins, fígado e pulmão, além de problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta sequelas.

ASCOM

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