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13/04/2017

Eduardo Cunha queria provas contra delatores para barrar Lava Jato

Condenado a 15 anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, o ex-deputado Eduardo Cunha será investigado pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba pela contratação da Kroll pela CPI da Petrobras. A empresa inglesa de investigações foi contratada em 2015 para identificar movimentações financeiras de pessoas investigadas pela Lava Jato por mais de R$ 1 mihão, sem licitação.
 
De acordo com Marcelo Odebrecht, em sua delação, a tese de Cunha era que, se achasse contas de delatores no exterior, poderia anular as investigações.
 
"Cada jurista, cada um tinha sua tese de como levar à nulidade da Lava-Jato. Eduardo estava convicto que, para levar a nulidade da Lava Jato, seria preciso descobrir inconsistências na delação de Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef, achando contas no exterior (...). Não sei se essa foi uma das razões que ele contratou a Kroll", disse o empresário.
 
O depoimento de Marcelo Odebrecht foi encaminhado à Justiça Federal do Paraná, onde será decidida a abertura de inquérito. A informação é do jornal O Globo.

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