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Grupo de médicos entra com representação contra Otto Alencar no Conselho Federal de Medicina

 


Um grupo de seis médicos das cidades de São Paulo (SP), Manaus (AM), Natal (RN) e Uberlândia (MG) ingressou com uma representação junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM) contra o senado Otto Alencar (PSD).

Os profissionais de saúde argumentam que o parlamentar baiano incorreu em faltas disciplinares durante a inquirição à médica oncologista e imunologista Nise Yamaguchi na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado Federal.

A sessão ocorreu na última terça-feira. No documento entregue ao presidente do Conselho, Mauro Ribeiro, o grupo pede abertura de sindicância e de processos administrativos disciplinares contra Otto.

Os médicos afirmam, na peça, que a representação não é relaciona à atuação de Alencar enquanto senador, mas enquanto médico, e citam que o parlamentar agiu para constranger Yamaguchi, ao passo que não permitia que a oncologista respondesse de maneira adequada aos questionamentos feitos a ela na CPI.

Em entrevista à Rádio Metrópole na manhã desta segunda-feira (7), o senador baiano afirmou que "tomou com surpresa" a representação e rebateu o grupo de médicos.

"Tomei com surpresa porque não cometi nenhum ato antiético. A alegação é que fui muito intensivo nas perguntas. Não fiz isso para deixar a doutora com dificuldades. Fiz isso porque ela tergiversa muito. Ela defendia, ano passado, imunidade de rebanho. E na hora de responder na CPI, negava. Ela foi uma das principais vozes contra a vacina. E na oitiva, não confirmava. Então, resolvemos perguntar se ela tinha conhecimento suficiente para orientar as pessoas para tratar da doença. Fizemos perguntas médicas simples, disse Otto.

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