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13/02/2018

Escola do Rio desfila com presidente vampiro e guerreiros da CLT

Paraíso do Tuiuti questionou se a escravidão foi, de fato, extinta e mostrou manifestantes batendo panela com camisa da seleção brasileira sendo manipulados por mãos gigantes que saiam de um carro com bolsas de dinheiro 
 
130 anos depois da Lei Áurea, a escola de samba Paraíso do Tuiuti aproveitou seu espaço na avenida para questionar se a escravidão foi, de fato, extinta no Brasil. A pergunta foi tema da apresentação, que começou pela exploração dos negros trazidos da África no passado, até terminar com a atual precarização do trabalho.

Precarização do trabalho foi um dos temas abordados pela Tuiuti
 A parte final do desfile teve ainda críticas sociais atuais, como à reforma trabalhista. A ala guerreiro da CLT representava os trabalhadores que estão tentando se proteger dos ataques às leis do trabalho.

 Num outro carro havia os manifestoches, pessoas vestidas com camisas da seleção brasileira e com panelas, que eram manipuladas por mãos gigantes que saiam de um carro com sacos de dinheiro no topo. O destaque era um vampiro usando uma faixa presidencial.

 "Esse foi o melhor carnaval da história da Tuiuti. Foi o carnaval da superação, depois de tudo que aconteceu no ano passado. Estamos buscando traçar o mesmo caminho das grandes escolas. Elas erraram no passado também. Nós demos a volta por cima", disse o presidente da Paraíso da Tuiuti, Renato Thor, ao jornal O Globo, após a passagem pela Sapucaí.

Ano passado, a escola ficou na última colocação e só não caiu porque, por conta dos acidentes com carros alegóricos na agremiação e também na Unidos da Tijuca, não houve 'rebaixamento'.
O afirmou, após o fim da passagem da escola pela Marquês de Sapucaí, que "esse foi o melhor carnaval da História da Tuiuti". A escola passou pela avenida repleta de sátiras e referências a temas polêmicos.

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